sábado, 8 de novembro de 2008

Laboratório Secreto




Esta é uma parte do laboratório secreto, onde as mais insanas criações se tornam realidade e outras ficam em estado vegetativo, esperando o seu criador tomar vergonha na cara e termina-las! Depois coloco mais fotos do estudio: a parte das guitarras, ampli e pedais. YEAH!

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Tuning Gang


Esses personagens foram criados para ilustras diferentes sessões de uma revista de preparação de automóvies, o popular "tuning". Acabou saindo apenas uma tirinha e a idéia não foi pra frente. Cheguei a fazer uma versão mais "Cartoon Network" que quando eu achar coloco aqui.

Profecias Urbanas


Vou tentar na medida do possível colocar alguns trabalhos meus aqui. Sei que a idéia original era postar um monstro por semana, o que acabou não virando por pura falta de tempo, mas sempre que der, eles ainda vão aparecer por aqui.
Esse desenho ilustrou a abertura de uma matéria na Revista Duas Rodas (a qual sou editor de arte) e acabou ficando bem bacana o resultado final, que pode ser conferido nesse link: http://www.revistaduasrodas.com.br/esporte/detalhes.aspx?id=484

Sexta Feira NEGRA


Já não bastasse a notícia da estréia de REC juntinho com Quarentine (original espanhol versus refilmagem americana, pra quem não sabe), eis que me deparo nos sites nerdísticos com a notícia que o magnífico "Oldboy" vai ser sim refilmado pelos yankees, mas o pior é que Spielberg e Will Smith estão na parada! Ah! Fala sério, pô! Desisto! Fui.

domingo, 26 de outubro de 2008

Agora vai!


O barbudo pode se espernear e até arrancar a vasta cabeleira, mas não vai adiantar nada. Watchmen já ta com data marcada, é só dar uma olhada no poster oficial. E pelos últimos trailers, tenho plena confiança no Snyder, mesmo com as notícias sobre uma possível alteração no final, que não é bem uma alteração e sim um outro modo de se ver aquele apocaliptico final.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

TRIVIUM - DOWN FROM THE SKY

Simplesmente destruidor! Os descendentes diretos do Metallica liquidam a fatura nesse novo álbum (Shogun) e mantem a chama do Metal acesa por mais uma geração. Amém!

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Ross Halfin






Ross Halfin é na minha humilde onipião o melhor fotógrafo de Rock´n´Roll do mundo. Recentemente ele foi contratado para cobrir a volta triunfante do Metallica, acompanhando a banda onde quer que eles fossem e registrando todos momentos. Halfin é quase considerado um membro temporário das bandas que fotografa. Conhecido por todos rockstars do mundo, ele tem registros impressionantes de toda sua carreira, como por exemplo Led Zeppelin e Black Sabbath até os mais novos nomes da música atual. Vale conferir o trabalho maravilhoso desse fotógrafo no site http://www.rosshalfin.co.uk/

terça-feira, 2 de setembro de 2008

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Heavy Metal Never Dies - Iced Earth



Matt Barlow já garantiu dúvida seu lugar no hall dos maiores vocalistas de metal de todos os tempos, tenho que concordar com meu amigo Ronaldo Bassman. Melancholy é uma de minhas músicas prediletas do Iced Earth e essa versão ao vivo em Atenas é perfeita! Fazia tempo que não ouvia Iced, mas numa conversa com o Ronaldo, procurei meus cds da banda pra ouvir novamente e atestar... como é bom! Agora é só aguardar o novo álbum com o retorno do grande Matt! "É nóis Ronaldão!"

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Menina de ouro


Não estava nem aí pra esses Jogos Olímpicos, mas quando vi que Maurren Maggi estava disputando a final no salto em distância, parei pra torcer. E fiquei feliz. Depois de tudo que aconteceu com ela, ficando até mesmo de fora dos últimos jogos de Atenas e quase encerrando a carreira, essa medalha vem coroar o verdadeiro espírito olímpico. Uma medalha de verdade. Olimpíada é o momento da consagração do indíviduo, ultrapassando seus limites e superando obstáculos, sejam eles em forma de barreiras na pista ou mesmo matando os demônios interiores. Maurren é desde já um ícone da superação e consagração. Uma medalha de ouro de verdade, da elite olímpica, coisa que o Brasil não está acostumado a ver. Parabéns Maurren, você merece!

domingo, 17 de agosto de 2008

The V´s


Coisa do destino. Minha primeira guitarra foi uma Jackson Randy Rhoads japonesa. Já faz mais de 12 anos que ela está comigo e nunca deu problema. Ná época comprei ela em uma nova loja que tinha inaugurado no andar térreo da Galeria do Rock, exatamente no lugar onde funcionava outra loja de instrumentos, a J. Parisi. O nome dessa nova loja era Playtech.

Voltando a guitarra, ela é uma das primeiras da linha Profesional Made in Japan, o tremolo funciona como novo, sem folga, enfim uma tremenda guitarra. Nunca imaginei tendo outra guitarra flying v, justamente por causa do certo incômodo para tocar sentado. Arrumei uma furreca strato pra poder estudar, mas isso não vem ao caso. O que vem ao caso agora é que há uns dois anos, Michael Angelo Batio veio ao Brasil para divulgar a marca Dean e fez uns workshops por ai. Eis que então me deparei com os modelos mais legais de guitarra e confesso que a que mais me atraiu foi uma ML Noir (o modelo explorer do Dimebag Darrel), mas discretamente uma certa flying v preta e branca de um certo Michael Schenker brilhava no meio das várias Deans inclusive junto com a famosa "Dean From Hell", a ML azul pintada com um raio, usada pelo Dime.

O tempo passou, a marca não fez o sucesso esperado no país, talvez pelo alto preço cobrado pelos intrumentos, por serem Made in China e não americanos e os instrumentos que desembarcaram aqui, acabaram e não foram mais importados e eu esqueci da Dean... até agora!
Eis que navegando na internet descubro uma Dean Michael Schenker por uma barbada. Não podia acreditar e era num site de loja de instrumentos novos!
Fui imediatamente na loja. Chego lá e não encontro a guitarra exposta. O vendedor me explica que a guitarra estava em outra unidade, e que se estivesse alí teria sido vendida imediatamente, pois era uma loja procurada por muitos músicos, mas a outra unidade era meio fora do circuito das lojas de instrumentos. Pedi pra reservar a danada e voltar no dia seguinte pra testar. Dia seguinte. Chego as pressas na loja, procuro o vendedor que me atendeu no dia anterior e ele corre pra pegar a guitarra. Dou uma olhada pra ela e reparo algumas coisas: suja, alguns pontos de ferrugem na chave de captadores e cordas podres! Não me importei, isso é coisa fácil de resolver. O vendedor explica que o preço era baixo por se tratar da última Dean que eles tinham e que estava criando teia de aranhas. O alto preço afastava a garotada, mas pra "queimar" de vez, fizeram uma promoção.

A sensação ao testar a guitarra foi mágica. Não durou 3 minutos. A loja estava cheia, vários garotos testando guitarras, mas quando passei com a Dean na mão e liguei no ampli, pude perceber todos parando o que faziam e olhando a guitarra. Não me importei com as cordas "pretas" e a desafinação. Senti o sustain e o certo silencio que durou segundos, mas foram decisivos. "Embrulha que vou levar"
Nunca imaginei que teria outra Flying V, agora já penso em uma Orbit da Caparison. (sonho meeeuuu!!!)

Ah! A loja que comprei a Dean é a Playtech, a mesma que há 12 anos comprei minha Jackson Randy Rhoads, só que agora é uma grande loja de instrumentos, com filiais e tudo mais. Coisa do destino!

domingo, 10 de agosto de 2008

Boca do Inferno no JT do dia 08/08


Uma matéria no Jornal da Tarde (SP) de quinta-feira passada (08/08) pega carona no lançamento do filme do Zé do Caixão "Encarnação do Demônio" e destaca a revista "Boca do Inferno.com", entrevistando Marcelo Milici o criador do site e fazendo uma bela divulgação da revista! LEGAL!!!!

Centenário da Imigração (Título coverizado do blog Astronauta Solitário)

Como o amigo Heverton do "Astronauta Solitário" postou os Yoshida Brothers, me restou postar um cover da clássica Capitain Nemo do MSG. Mas não é um simples cover, principalmente se tratando de uma música que até hoje no alto dos meus 30 e quase 40 anos ainda não consegui tirar inteira. A garotinha bota muito marmanjo no chinelo e reparem como a japonesada arregala os olhos!

sábado, 9 de agosto de 2008

Quadrinho Nacional de luto


Faleceu no dia 08/08 o grande mestre Eugênio Colonnesse. Colonnesse estava internado há alguns dias e infelizmente acabou não resistindo a luta e nos deixou. Seu traço característico e visualmente bonito ficará na memória de todos nós, seja nas HQs ou até mesmo quem utilizou os livros didáticos que Colonnesse ilustrou soberbamente. Italiano, radicado no Brasil, Colonnesse iniciou sua carreira na Argentina e na década de 60 mudou-se de vez para o Brasil, onde seus trabalhos logo foram ganhando a simpatia de todos. Versátil, ele conseguia dar o clima necessário para suas histórias de terror, e passar para a publicidade, com traços limpos assim como nas suas ilustrações para os livros didáticos. Sentiremos sua falta, Eugênio.

domingo, 3 de agosto de 2008

Batman - The Dark Knight


Ano que vem irão fazer 20 anos que o primeiro filme do Batman inaugurou a rentável indústria das adaptações de quadrinhos para o cinema. Não que ela não existisse antes disso. Existia, mas não era feito por pessoas realmente ligadas e com afinidade no assunto ou raras exceções, não passaram de filmes cult para um número restrito de apreciadores. Esses vinte anos serviram de experiência para todos. Diria que 80% do que se produziu foi lixo e os 20% restantes, tentativas honráveis. Não vou entrar em detalhes, mas nunca gostei dos Batman de Burton. Os outros dois daquele outro diretor que me recuso a citar o nome, nem valem uma linha de comentário.Em Hollywood a vida é dura. Você vai do gueto as estrelas em um dia, ou uma projeção e desce direto pro inferno no dia seguinte, nas páginas do Variety. Ontem fui ver Batman: O Cavaleiro das Trevas. Já havia lido várias críticas, não, elas não me influenciam, na verdade gosto de ver o que a maioria dos velhacos de plantão escrevem. Alguns são espertos, estão vendo a casa cair pra eles e se "enturmam" com a galera novata e resolvem aplaudir de pé, mesmo não entendendo nada. Fazer o que?
Terminado o filme, fiquei sem saber o que dizer. Sempre falo algo como: "Legal" ou "Marromeno", mas desta vez foi diferente. Diferente porque nesses vinte anos de comics nas telas, a gente já tá meio que "escolado" com o que vai ver. E dessa vez não. Confesso que não creio que The Dark Knight seja uma adaptação de quadrinhos para o cinema. Ele é filho da segunda geração, é a nova regra a ser seguida. Tomara que Zack Snyder entenda isso e leve Watchmen para o mesmo caminho. Batman: The Dark Knight é a essência de tudo o que Batman transmitiu a partir do boom de quadrinhos do final dos anos 80. Sabe aquela sensação quando você está lendo um gibi e diz: "Uau! Isso daria um filme e tanto"? Então a sensação é a mesma, só que da seguinte maneira: "Uau! Isso daria uma graphic novel e tanto!"
O filme é perfeito em tudo. Chris Nolan manda muito bem. O elenco... o que falar de um elenco que parece estar interpretando os últimos papéis de suas vidas. Você vê sangue nas veias de Eckhart, Caine, Freeman. Maggie Gyllenhaal não só substituiu Katie Holmes, como nos faz esquecê-la por total. Chistian Bale continua supremo, apesar de sua cisma em fazer vozes diferentes, ainda sai ileso. Gary Oldman é Gary Oldman, ninguém ousa peitá-lo. E sim, Heath Ledger rouba o filme sim, apesar da firulagem que estão fazendo por ai, só porque o rapaz morreu. É o Coringa definitivo, não só pro cinema, mas para as Hqs tambem. Servirá de inspiração para os roteiristas a partir de agora. Ele não é palhaço como Cesar Romero, nem tampouco idiota como Jack Nicholson. Junte esses dois e tire a parte alegre, misture muitas doses de sociopatia da mais violenta que possa exitir e pronto. A maestria do roteiro do filme e tanta que nos questionamos até mesmo quem é o vilão da história? O Coringa rebaixa o morcego ao seu nível, e deixa a cidade de pernas pro ar, literalmente. Outra grande surpresa: Harvey Dent. Nunca gostei do personagem, mas agora tive que dar a mão a palmatória, ou melhor bater palmas. Tudo isso graças a já comentada atuação de Aaron Ekhart. Brilhante. Posso estar cometendo uma heresia, mas se forem indicar Ledger para um Oscar, Eckhart deveria ser indicado para um de coadjuvante!
The Dark Knight é a mais pura experiência de loucura a que um personagem, seja ele de quadrinhos, romance ou mesmo cinema, possa transmitir. Ao final da exibição, fica um sentimento de alívio mas no fundo, um amargo sabor fica ainda que alguns minutos depois. Nolan conduziu o elenco e toda equipe num mundo aterrorizado, uma Gotham que apesar de fictícia, fica muito próxima das grandes metrópoles e suas ciladas. Nesses vinte anos, aprendemos de tudo, mas agora sabemos que os heróis nem sempre vencem no final do filme e que nem sempre um herói quer ser um herói, ele só quer uma nova vida... mas como uma prostituta, ele não consegue largar essa vida.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

WATCHMEN








Os novos posteres da adaptação do clássico Watchmen para o cinema são no mínimo SENSACIONAIS!

domingo, 20 de julho de 2008

HOT HAND

Se você assistiu o clipe do Dragonforce com atenção, deve ter notado o solo do Herman Li. Ele usa um anel na mão direita, e controla o efeito maluco do solo. Esse treco chama-se Hot Hand e é basicamente um controlador de expressão, como um pedal wah-wah, só que você usa a mão e a vantagem disso é que a gama de sons loucos é maior, devido o alcance que os movimentos da mão podem atingir. Quero um!!!!

sábado, 19 de julho de 2008

Dragonforce - Heroes of Our Time

Clipe do novo single da banda mais legal pra tocar air guitar!!!!

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Ontem foi o Dia do Rock...



... e nada melhor do que sair pra comemorar, assistindo um show de uma ótima banda, onde seus integrantes são pessoas muito legais e principalmente, meus amigos. Tenho orgulho deles e tá na hora do Lacme estourar nas paradas. Jô, Nina e Tatee (minha guitar-hero!), vocês DETONAM!!!!

sábado, 12 de julho de 2008

Segredo automobilístico: Novo Palio Pearl Harbor


Estava indo pra padoca, quando deparei-me com o novo lançamento da Fiat: Palio"Pearl Harbor".

Emos, Hard Rockers e Camelôs

Neste sabado, resolvi ir atrás de um abajur de peixinho pro meu filho, mas ele não queria de peixinho, e sim com o sistema solar...
Esperto, resolvi que iria para a 25 de Março, pois lá encontraria o tal abajur de "planetas". Cheguei as 11:30 no centrão e de cara já me vi no purgatório. Um trânsito dos diabos e pra estacionar tava tão dificil que só fui achar um estacionamento vazio perto do Bar Brahma!
Passado o purgatório, evidentemente viria o pior... Ao chegar na rua Florêncio de Abreu, avistei o inferno ao vivo. Um mundo de gente, camelôs, barulhos de todos os tipos, enfim, só não avistei o capeta em pessoa porque ele devia ter dado uma saidinha, mas que sua cadeira tava lá isso não tenho dúvidas.

Levei 3 horas, andando, ou melhor sendo jogado de lá pra cá, de loja em loja, atrás do bendito abajur de planetas... nada! Só tinha abajur de peixinho... Exausto e com os pés pegando fogo, afinal andar no inferno não é nada bom, resolvi ir embora e desistir do abajur. Eis que quando estou bem no meio da 25 de Março, ouço uma muvuca atrás de mim e de repente, uma massa enorme de camelôs com sacolas, caixas e carrinhos correndo, como se o Godzila em pessoa estivesse invadindo a cidade. Bem na minha direção! HOLY FUCKIN SHIT!!!! Não deu nem tempo de correr. Fui "gentilmente" carregado até a Ladeira Porto Geral, só escutando os gritos: "Rápa! Rápa!" Quando consegui olhar pra trás, vi um comboio da Polícia Metropolitana correndo atrás da galera! Pensei comigo: "Maldito abajur de planetas... maldita esperteza a minha!"
Como já estava na ladeira, aproveitei e subi no embalo e desvencilhei-me da turba, seguindo meu caminho para o estacionamento. Quando estava atravessando o viaduto Santa Efigênia pensei: "Bem já que estou aqui, vou dar uma passada na Galeria do Rock, só pra olhar como está"
Não vou comentar as diferenças da Galeria de hoje com a de 20 anos atras, mas sempre que eu entro lá me assusto. Um bando de lojas de skate invadiram a parada, e o que sobrou virou estúdio de tattoo e loja emo, sim ainda tem algumas lojas que mantem viva a chama e o nome da galeria, mas a decadência é grande. Pelo menos uma coisa interessante me deixou um pouco contente, ou melhor menos triste: entre emos, wannabes e sk8rs, andavam por lá uma quantidade legal de New Hard Rockers! Bom, pelo menos é melhor que aqueles moleques de cabelinho lambido com cara de caveira e um monte de pittys. Metaleiro mesmo não vi nenhum... devem ter ido para reciclagem ou enferrujaram de vez. Opa, e eu não conta? Afinal eu era um "guerreiro do metal", que não saia da Galeria, todo sábado. isso quando não estava na saudosa Woodstock, é claro! Bem, como estava lá, começei a procurar algo pra gastar... não achava nada e as poucas lojas de cd de "rock" tinham a coragem de colocar na vitrine o novo da Amy Winehouse! HOLY FUCKIN SHIT AGAIN!
Tava já saindo pela tangente, quando vi numa vitrine a edição de 25 anos do Melissa do grande Mercyful Fate por 25 pratas! Parei e voltei, perguntei pro vendedor se era usado e ele disse que não, era lançamento nacional. Caraca! falei cd mais dvd por 25 pilas, e ainda é a versão remaster. Levei na hora.
Sai pimpão da galenóia, peguei o carro e fui embora. Cheguei em casa e abri o plástico do cd pra ver como estava a versão nacional. Digipack meia boca... na verdade o papel cartão usado é meio vagaba, mas dá pro gasto. O cd está ok, com gravação aparentemente feita do master da versão de 25 anos mesmo e com as mesmas bonus tracks. O dvd é tosqueira total, assim como na versão gringa. Pra quem não sabe é o show do Mercy no Dynamo de 83, gravado com uma camera vhs da época. Vale como registro de uma época que não volta mais.
Daí resolvi olhar o encarte... HOLY FUCKIN SHIT, THREE TIMES!!!
Colaram o verso do encarte no meio da embalagem digipack, bem emcima da foto do Rei Diamante! CARALEA! Eu bem que desconfiei das 25 pratas! Pô, os caras deviam caprichar mais no acabamento. E ainda reclamam que as vendas estão caindo e blá blá blá! Como usaram um papel cartão fino pra fazer a capa, não deu pra deixar o bolso pra encaixar o encarte, então pra esse não se perder, resolveram colar bem no meio! Santa estúpidez, Robin! Penei pra tirar o encarte sem estragar o fundo e a foto. Consegui. Foi penoso o sábado, mas pelo menos aprendi duas lições: No inferno só tem abajur de peixinho e Melissa nacional, só a da Grendene!

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Live From Abbey Road Studio...

A melhor banda de Metal do mundo. Sem comentários.

Hancock, o ilusionista


Ilusionismo é uma arte em que o intuíto é "enganar" a audiência, para que ela pense que o que foi visto diante de seus olhos, mesmo que impossível de acontecer naturalmente, ali, naquele momento de fato aconteceu.
Hollywood é uma fábrica de ilusionistas, mas não estou falando de gente que ilude platéias e agrada, como George Lucas ou Steven Spielberg, essas ilusões são esperadas, aquele momento mágico de seus filmes são essenciais. Estou falando de outros tipos de ilusionistas: os farsantes.
Uma farsa, geralmente começa com um rumor de que tal filme é sensacional, depois vem um crítico de um grande veículo e dá "cinco estrelas" para tal filme, evidentemente esse crítico já está na folha de pagamento do estúdio ha anos. Feito isso, nós expectadores enchemos as salas de cinema na estréia de tal filme, e boommm!
A manchete que faltava: "Recorde de bilheteria". Essa é a fábrica da farsa em Hollywood, que consegue vender filmes medianos e medíocres, passando-os por excelentes.
Dito isso, agora posso falar sobre Hancock, que estreou esta semana no Brasil.
O filme foi alardeado como o melhor filme de super-herói já feito e tal. Não é bem assim, aliás não é mesmo!
Will Smith, tenho que concordar, é um ótimo ator para blockbusters, tem carisma, é engraçado quando preciso, e já caiu nas graças do povo, mas assim como "Eu sou a Lenda" seu novo filme é uma farsa mal montada.
Confesso que entrei no cinena com a certeza que assistiria a um excelente filme, e na primeira parte do filme, eu já estava crente disso. O ínicio do filme é o máximo. Se continuassem naquela linha de pensamento, Hancock seria realmente o melhor filme de super-heróis de todos os tempos... mas...
Infelizmente um filme que envolve muita grana e egos a torto e direito, tem muita mão e isso é evidente no roteiro do filme, que muda a cada 20 minutos, acredito que o primeiro rascunho do filme deva ser maravilhoso. Aí algum gênio resolveu botar um bocado de açúcar no filme e transformar ele numa sessão da tarde.
A apresentação de Hancock como um super-humano, bêbado, sujo e quase mendigo pelas ruas de Los Angeles é genial. A derrocada do filme acontece quando apresenta a familia do relações públicas, interpretado por Jason Bateman. Com exceção de algums trechos, como as cenas do Youtube que são hilárias, o resto do filme não vale o ingresso. Talvez o medo de inovar e romper com paradigmas estabelecidos por eles mesmos, os estúdios de cinema americanos seguem padrões e não saem da risca por nada. Os caras não tiveram a coragem nem de inovar no uniforme do personagem, imitando o modelito aprovado pela audiencia em X-Men! Isso até algum diretor de peito mudar novamente as regras, daí eles seguem a linha dele por anos, até aparecer outro e assim vai. É o ciclo dos incautos e fouxos de Hollywood. Easy money, baby!!
A escolha de Charlize Theron como mãe da família já denunciava que algo de podre iria acontecer. Ela não ficaria ali só de enfeite. Dito e feito. A partir do momento que ela revela seu propósito no filme, aí meu amigo, o filme muda pra pior, conseguindo me fazer lembrar do horrível "Minha Ex-Super-Namorada". Sério.
Com esse medo de inovar, os roteiristas perderam uma ótima chance de criar algo épico. Um super-herói com os poderes de Hancock merecia um (ou uma?) super-vilão a altura. Não vou nem comentar o final do filme porque meu nível de glicose aumentou tanto que quase infartei na sala de cinema. Repito, a primeira parte é magnífica, mas a mudança de roteiro é tão absurda e infantil, que acaba estragando tudo.
Filme de super-herói de 2008 ainda é o Homem de Ferro, até que Christian Bale me prove o contrário.
Enfim, Will Smith continua o rei dos filmes de verão, batendo recordes e parece que assim vai continuar, mas seus últimos filmes, apesar das cifras, não valem um tostão furado.